Quer entender o porquê? Vai começar pelo monopólio do Chromium como tecnologia dominante no mercado de browsers e pela hegemonia do Google e de outras Big Techs, em especial as que têm grande interesse no mercado de anúncios (redes sociais são só um meio de nos encher de SPAM).

A tendência é chegarmos a algo como o filme Idiocracy, no qual seremos inundados por propagandas, paywalls, planos de assinatura, coleta de dados desenfreada, e mais anúncios pra acessar o mais corriqueiro conteúdo, seja um vídeo ou até mesmo o e-mail.
O que vai de vez acabar com a graça de usar a web como “diversão”, é o fim das coisas orgânicos, de conteúdo à interações. O domínio agressivo de anunciantes e mineradores de dados, a falta de regulação eficiente, e o DRM planejado em forma de “protocolo, RFC ou implementação aprimorada distorcida de algum padrão W3C” é que nos impedirá de usar navegadores independentes na maioria dos sites por “não serem mais certificados ou suportados”, por usar adblocks, e quem sabe até VPNs.
E tudo isso será por conta de quatro ou cinco conglomerados de mídia e tecnologia. O jeito é mesmo descentralizar as coisas, e regular antes que seja tarde. Acho que já é tarde.
O comentário abaixo resume bem, apesar do tom “conspiracionista” ao citar o mais recente crypto token de intenções obscuras (biometria de iris e afins…). Mas no geral, as quatro etapas previstas são um déjà vu, sem sombra de dúvida.





