Delay… Já volto!

Post rápido e direto: eu já exliquei isso num post no DeviantART. Bom, mas pra quem não acompanha meu journal por lá… O PixNix não está inativo. muito menos desativado. Eu é que estive basante enrolado neste mês de abril.

Março foi pura preguiça, mas abril foi puro trabalho e contratempos. Comecei a estagiar em um escritório de arquitetura, e além disso tenho é claro os trabalhos da faculdade, reorganização das tralhas do meu velho e companheiro PC (trocar só ano que vem mesmo), visitas em casa (moro só, e ter “hóspedes” repentinos embaralha totalmente minha rotina, rompe o fluxo de trabalho sabe?), rolos e desenrolos. Enfim.

Como eu falei neste post no DeviantART há um mês atrás (calma, só a primeira parte é mentirinha de 1º de abril), estou cheio de coisas pra testar no meu hd, só preciso reorganizar tudo e arranjar disposição. Mas agora as coisas voltaram ao normal, então não há grandes problemas. Espero. 😀

Qualquer coisa, me acompanhem no Twitter.

Ouvindo :: nada
Humor :: apático/indiferente

Wallpapers, wallpapers, wallpapers!

Para não ficar out of time demais, uma bela coelção de links com ótimos papéis de parede:

26 Gorgeous and Colour Spectrum Wallpapers

30 Impressive Colour and Rainbow Wallpapers

150 Awesome Nature Wallpapers

200 Mind Blowing Nature Wallpapers

50+ Nice Apple Wallpapers

Apple Wallpapers

Ouvindo :: Pulley – Empty
Humor :: indiferente/apático

Baixe 500 fontes de graça!

Designers e modders, especialmente os que criam wallpapers, skins e outros projetos gráficos para o desktop vão achar essa dica bastante útil. O Fonts500 é um site que lista 500 fontes populares e permite o download gratuito, com uma ressalva: uma fonte de cada vez. Tsc, tsc, tsc.

Se você não tem paciência para clicar link a link de download, pode desembolsar $2,77, e obter o download de tudo de uma vez. Mas se você não quer pagar (dizer que não pode pagar é sacanagem!) e não quer se dar ao trabalho de sair clicando como um louco, pode usar um gerenciador de downloads que possa vasculhar pelos arquivos compactados no servidor. Diversos offline browsers fazem isso, assim como muitos gerenciadores populares, como o Free Download Manager, usado neste exemplo.

Faça o seguinte: vá até o site Fonts500.

Note que ao passar o cursor sobre a imagem que simboliza cada fonte, você vê na barra de status do navegador o caminho para o link de download. Mas os links mais importantes são os das 5 páginas de listagem de fontes, que estão no rodapé do site, como um índice.

Você precisará destes links para navegar pelos arquivos no servidor, através do seu gerenciador de downloads. No caso do Free Download Manager, basta ir na aba Site Explorer, inserir o link desejado no campo Address, e clicar em Go. O FDM vai listar o que encontrar na página pra você. Basta então selecionar todos os arquivos com extensão ZIP, clicar com o botão direito, e selecionar no menu de contexto a opção download. Surgirá uma janela pedindo sua confirmação, basta clicar em Ok. Ele vai começar a baixar os arquivos.

Acompanhe o progresso na aba Downloads. No meu caso ele baixou quase tudo, acho que faltaram umas 10 fontes, mas isso é problema no servidor, pois os arquivos não estavam disponíveis. Talvez não aconteça com você, de qualquer maneira não é o fim do mundo.

Simples assim, então duvido que surjam quaisquer dúvidas. Essa dica serve pra muitas outras finalidades, como baixar de uma vez diversas imagens (wallpapers, por exemplo), pacotes de ícones, skins, ou músicas de um servidor que permita listagem e pode ser facilmente aplicada no uso de outros programas que possam fazer esse tipo de tarefa. Exemplo? O Offline Explorer é o melhor e mais fácil de usar navegador offline que existe na minha opinião. As configurações dele são mais complexas que do FDM, mas o conceito de navegação de diretórios é parecido. Outros gerenciadores de download que têm funções de listagem de arquivos também podem ser usados e caso você não queira mudar seu programa atual, pode tentar o FlashGot, uma extensão para Firefox que facilita muito a associação de tarefas de download mais complexas com diversos gerenciadores. E você também pode fazer o mesmo em outras plataformas, como Linux e MacOS sem problemas, com os programas certos.

Bons downloads!

Ouvindo :: Legião Urbana – Quase sem querer (4:40)
Humor :: tenso/preocupado

Lembra do Windows 3.11?

Pobres adolescentes de hoje… (encarem o termo como acharem melhor), não viveram uma época áurea da informática – tosca, é verdade, mas ainda sim áurea. Eu mesmo, com meus vinte e poucos anos não vi tanta coisa assim, mas era mais empolgante naquela época do que deve ser pra você hoje, que todo dia vê algum PC no caixa do supermercado. Já eu, lembro muito bem do Windows 3.11: uma “casca” em forma de ambiente de desktop, que ainda não era um sistema operacional, e rodava sobre o DOS.

Me lembro na escola, nos idos de 1993 ou 1994, quando começamos a ter a primeiras aulas de informática: “- Esse é o MS-DOS. Quando chegar na tela tal, digitem ‘win.exe ou win ponto alguma coisa’ para entrar no Windows “. Dizia o professor, eu estava na 2ª ou 3ª Série, do comando é certo que não me lembro mais. De alguns programas sim, NeoPaint, NeoShow, Keen (suspeito que fosse Commander Keen, rodando direto do DOS) quando o professor não tinha o que fazer. Ensinavam alguns comandos de DOS sim, mas isso já não parecia importante, afinal tinhamos a interface gráfica disponível, e para qualquer criança isso é mais divertido e simples de entender do que a linha de comando.

E pensar que ainda vivíamos os resquícios da reserva de mercado e que os únicos computadores que eu me lembro de ter visto na época eram na recepção do hospital quando minha mãe foi marcar alguma consulta, e talvez no trabalho do meu pai. Eram aquelas caixas grandes com um monitor desproporcional em cima, de tela nenhum pouco plana piscando um cursor verde e um drive imenso de disquete. Saibam newbies, que de meados do 80s até 1994, era muito difícil importar equipamentos de informática do Brasil. Me lembro ainda que depois disso, quando fomos fazer algum trabalho em grupo na casa de um colega, ele dizia “-Essa é a máquina mais rápida do mercado”. Era um Pentium 90 (só sei do clock, porque vinha escrito e iluminado em letras verdes, naqueles gabinetes com BCD na frente). Não sei em que ano foi isso, mas hoje sei que não era exatamente a verdade, mesmo para um PC doméstico, mas ainda rodava Win 3.11.

Sei que durante alguns anos a escola mantivera os mesmos equipamentos, lembro que eram PCs IBM, até migrarem para Windows NT por volta de 1995 ou 1996 em máquinas Itautec. Em 2000 migraram para Pentiums Katmai 450 MHz e Windows 2000, como o que eu tinha em casa em 99, mas com o dobreo de RAM (128MB), e mais recentemente (em 2005), soube por um ex-professor que já eram Pentium 4 HT e Windows XP. Já não moro mais naquela cidade há 6 anos mas sei que de 2005 para cá, não demorará para eles migrarem, até o Windows 7 sair do forno.

Ficou interessado ou curioso para sentir o look n’ feel do Windows 3.11? Sem a linha de comando, é claro. Se você usa o WindowBlinds, pode testar o tema abaixo:

O tema, criado por mrrste, do DeviantArt, vem em versões para Vista e XP.

Por que tudo isso? Para que meus caros leitores que nasceram há 15, 16 ou 17 anos não fiquem impressionados com as facilidades que existem por aí. Esses efeitos de interface (que já são até velhinhos para a era da informação) são só perfumaria. Eu gosto de customizar interfaces, usar skins, temas e especialmente manter tudo organizado. Mas eu sempre fui fã da personalização simples e funcional, poucos programas, nada de excessos, e essencialmente aplicativos que não interferem na produtividade. Todo “frufru” que veio com o Aqua, Quartz, Beryl, Compiz, Aero, etc foram avanços que trouxeram sim benefícios importantes para o uso dessas interfaces, mas grande parte desses efeitos só servem para agradar aos olhos e degradar a performance da máquina. Por mais RAM que eu tenha, ainda prefiro desabilitar grande parte desses recursos. Talvez eu mude de idéia mais tarde, mas hoje não.

Ouvindo :: Cold – Wasted Years (4:07)
Humor :: zen/tranquilo

Gizmo é um conjunto de ferramentas para usuários avançados

Seja qual for seu interesse por deskmod, caso você seja um geek avançado, a suíte de utilitários Gizmo pode ter alguma utilidade. Diferente, e muito mais avançada que o InfoDesk, do qual falei em um post recente, o Gizmo une através de plugins, várias ferramentas, desde acesso a bancos de dados, sincronização de arquivos, montagem de drives virtuais (inclusive imagens ISO e VHD), editor de código, barra de ferramentas, etc.

A interface, apesar de ser bonita, não é muito intuitiva. E isso depende principalmente do que você escolher no momento da instalação. Quanto mais tralhas (plugins), pode ser pior pois, por mais power user que você seja, dificilmente usará tudo o que o Gizmo Central oferece. Para os modders, o destaque é a Gizmo Toolbar. É uma barra, que funciona em segundo plano. Vem com algumas skins de muito bom gosto e tem diversas opções de personalização, como alpha-blending, efeitos de transição, tamanhos de ícones, posicionamento, podendo inclusive servir como uma alternativa aos tradicionais docks. Como o foco deste blog é deskmod, vou dar mais atenção à Gizmo Toolbar neste post, sem desmerecer obviamente as demais ferramentas da suíte.

Logo após instalar o Gizmo, na primeira inicialização surge na systray uma discreta notificação (no mesmo estilo do gerenciador de downloads do Opera ou o Snarl). Logo ali percebe-se a preocupação com o visual do programa. Para configurar os atalhos e opções da Gizmo Toolbar, você de ir no Gizmo Manager (gerenciador de opções) ou clicar com o botão direito no ícone do Gizmo na systray e ir em Toolbar Setup. Ele abre o gerencidor na aba respectiva aba e ali você pode mexer nas muitas opções de configuração, como aparência, comportamento e posicionamento. Passando est a etapa, você pode clicar no botão New Item, na barra de botões central. É exibido um assistente, vamos às opções:

  • Launcher: permite configurar atalhos para aplicativos, documentos e páginas da web.
  • Folder Synchronizer: configura a sincronização de dois diretórios, para funcionarem com um só clique.
  • Script: opção avançada, acessa tarefas automatizadas usando a linguagem de script do Gizmo, através da barra de ferramentas.
  • Deployment agent: opção realmente avançada, permite acessar sincronização de pacotes com servidores remotos, através de atalho na Gizmo Toolbar.
  • Group: pode executar através de um único atalho, diversas ações simultaneamente.
  • Conjoined Toolbar: importa itens de uma configuração de uma Gizmo Toolbar pré-existente.
  • Registry Assistant: opção avançada que permite mudar valores de registro através da toolbar.

Pode parecer complicado, mas muitas dessas opções são apenas itens que só funcionariam em um dock comum com uso de atalhos atrelados à alguma linguagem de script, como o AutoHotkey no caso do Windows. Se você não costuma usar opções avançadas como linguagens de script, assim como eu, pode continuar com seu dock atual ou usar as opções básicas da Gizmo Toolbar. Recomendo o Launcher o sincronizador de diretórios.

O Gizmo é realmente uma ferramenta para os mais geeks ou power-users. Nem todo mundo vai ver utilidade nesse programa, mas é bom fuçar pra ver o que os utilitários dele podem fazer por você. É só escolher as opções adequadas na hora de instalar. Para testá-lo (v2.6.3), o instalei por completo, mas durante a análise me livrei de alguns plugins que não me serviriam, como o acesso à banco de dados, hash de arquivos e editor de texto (estou mais acostumado com o Notepad2 separado). Acho que para um usuário comum, as ferramentas mais úteis são, obviamente a Gizmo Toolbar, o editor de textos (com destaque de sintaxe e suporte à diversas linguagens) e especialmente o Gizmo Drive, que permite ao usuário acessar imagens ISO, VHD, além de criar suas próprias imagens de disco. Especialmente útil se você quer conferir os wallpapers de algum liveCD mas não quer se dar ao trabalho de dar o boot só para copiar os arquivos.

Se você pretende desbravar mais opções da toolbar, pode checar os exemplos no site do desenvolvedor. O arquivo de ajuda que vem com o Gizmo também tem muitas informações, especialmente úteis pra entender melhor a linguagem de script do programa.

Ouvindo :: Swervedriver – Never Lose That Feeling/Never Learn (11:49)
Humor :: apático/indiferente

InfoDesk adiciona diversas ferramentas ao desktop

Uma miscelânea de pequenos aplicativos é o que o InfoDesk traz para o desktop. A mini-suíte não tem o apelo visual dos widgets, softwares comuns no deskmodding, mas podem ser úteis, especialmente para quem tem uma veia mais geek.

O InfoDesk, em seu funcionamento básico, adiciona à área de trabalho uma barra horizontal que exibe data, hora, monitor de cpu, memória e bateria (quando disponível) e o tempo de uso do sistema. Você pode personalizar essa barra com a mudança de cores, bordas e nível transparência, mas não há suporte a skins. Além dessas informações, como eu já disse, há uma série de pequenas ferramentas, que incluem:

  • Calendário que reúne inclusive informações astronômicas
  • Calculadora com diversas funções avançadas
  • Windows Explorer, que não é o gerenciador de arquivos, mas um visualizador de informações sobre objetos de interface
  • Notepad: um bloco de notas alternativo
  • Console: uma interface melhorada para o prompt de comando do Windows
  • Monitor de rede

Há mais algumas ferramentas, além disso você pode adicionar seus próprios aplicativos. Você pode ainda configurar alguns desses programas para iniciarem junto com o InfoDesk, além dos atalhos para cada um deles. Apesar de a instalação ser por padrão em Tcheco, após concluída, a interface do programa é exibida em Inglês, amenizando qualquer problema no uso. Esses ainda são os únicos idiomas disponíveis, e o conjunto de programas não ocupa muita mais do que 1MB após instalados.

O InfoDesk pode ser considerado um inutilitário, mas também pode funcionar quando se quer resolver tarefas específicas ou consultar certas informações, como as disponibilizadas pelo calendário avançado. Para quem mais visual do que utilidade, é melhor procurar alternativas em forma de widgets ao invés do InfoDesk.

Ouvindo :: Three Doors Down – Down Poison (4:21)
Humor :: tenso/preocupado

Detone o botão Iniciar

Muita gente prefere utilizar a tecla winkey à clicar no “botão Iniciar” para ter acesso ao respectivo menu. Se você faz isso, ou simplesmente quer livrar seu desktop deste botão, tente o StartKiller, que é um pequeno programa que funciona em segundo plano, na bandeja do sistema, sem interferências.

Você não perde o acesso ao menu Iniciar. Ele continua acessível através da winkey (aquela tecla com o logotipo do Windows, entre CTRL e ALT), ou do atalho CTRL+ESC. Pra desativar o recursos, basta fechar o StartKiller. O programa é compatível com as versões 32 e 64 bits do Windows, mas não sei dizer se funciona com o Windows Vista ou Seven.

Ouvindo :: Bon Jovi – Diamond ring (3:46)
Humor :: tenso/preocupado