Monitore recursos na superbar do Windows 7

Rapidinha:

A superbarra de tarefas introduzida com o Windows 7 permite visualizar recursos interessantes de uma maneira muito útil quando se está com janelas maximizadas. Ao invés de minimizar e voltar à área de de trabalho pra checar aqueles widgets, você pode simplesmente dar uma olhadinha rápida para a barra de tarefas e ver o que está acontecendo. É claro que isso depende do tipo de função, mas esse recursos de que falo se aplica ao monitoramento de recursos do sistema, como ver a quantas anda o uso de RAM e CPU e a capacidade dos discos rígidos.

Para isso basta usar o Superbar Monitor. E você terá algo assim na sua barra de tarefas:

Útil não? Especialmente para quem tem um grande monitor, já que nesse caso não deverá ocupar um grande espaço da superbar.

Até o próximo post.

A imagem original é do Lifehacker.
Via DownloadSquad.

Ouvindo :: Belly – Untogether (4:43)
Humor :: zen/tranquilo

Dois belos otimizadores de memória?

O Instant Memory Cleaner e o RAMRush são dois aplicativos de uma categoria que ora sofre preconceito dos experts, ora tende a iludir os incautos. Explicando: os chamados otimizadores de memória, são na realidade interfaces para um procedimento interno do Windows, que permite que o sistema carregue para o arquivo de paginação (memória de troca ou swap, o tal do pagefile.sys) recursos de programas abertos que estão utilizando muita memória física (a RAM de verdade) e/ou estão em estado ocioso.

O que esses programas fazem, é permitir que o usuário faça esse transporte de recursos quando bem entender, o que muitas vezes deixa o sistema mais lento, já que o usuário não tem controle transparente sobre o uso de memória dos processos em andamento. Então, aquela falsa impressão de que você liberou 50 MB de RAM, na realidade, quer dizer que você alocou recursos da RAM física para o pagefile.sys no seu disco rígido, que é MUITO MAIS LENTO que sua DDR, ou mesmo uma SDR!

Bom, voltando aos dois programas em questão, tanto o RAMRush quanto o Instant Memory Cleaner dão esse controle que eu expliquei ao usuário, mas tem um visual diferenciado, o que pode atrair os modders. Aí você pergunta, ué, mas estes programas não são más escolhas? Bom, depende… Eles podem ser úteis quando você está com alguns processos gastando muitos recursos, mas que estão na realidade ociosos ou em segundo plano, e precisa de repente alocar recursos para um novo processo que AINDA NÃO FOI CARREGADO PARA A MEMÓRIA, OU QUE VOCÊ AINDA VAI INICIAR! Isto é, não adianta nada estar com 10 janelas abertas, inclusive do “Godzilla Firefox”, com umas 10 abas, perceber que o navegador está ficando lerdo (novidade!), e tentar liberar recursos com um desses programas. É provável que você o deixe mais lento, pois ele já estava aberto, o que siginifica que parte dos recursos dele também seriam alocados para o arquivo de paginação, entendeu?

Senão, esqueça. Vamos ao que interessa: o RAMRush é um gerenciador com interface leve e comportamento idem. O funcionamento dele é simples, ele inicia com o Windows e fica monitorando o uso de memória em segundo plano, na bandeja do sistema. Não há muitas configurações, apenas um atalho para realocar memória, iniciar com o Windows e uma caixa de seleção para auto-otimizar quando a memória livre estiver abaixo de 8% do total.

Não há skins, mas o belo visual do programa compensa e você pode ao menos mudar as cores dos gráficos de monitoramento da CPU/RAM, que por padrão já são exóticos e bonitos. Seria interessante poder manter os gráficos ancorados na área de trabalho, mas só é possivel observá-lo ao passar o cursor do mouse sobre o ícone na systray. Pelo que eu vi na pasta de instalação do programa, você pode ao menos tentar modificar o visual do botão “fechar” da interface dele, já que o arquivo está em formato PNG.

O Instant Memory Cleaner (Vasilios Software) é mais espartano nas opções: ele não tem nenhuma. A não ser iniciar ou não com o sistema. A interface é mínima, apenas uma janelinha que fica no canto inferior direito da tela, bonitinha e ordinária. 😀

Nela você escolhe se quer minimizá-lo, iniciar com o Windows, fechá-lo, otimizar a memória ou procurar ajuda. Não dá nem pra modificar o visual com skins, o que eu acho que seria bom, embora o programinha já tenha um visual decente. Ao menos o IMC tem uma informativa janela que exibe em números o status atual do uso de memória, arquivo de paginação, etc.

No funcionamento em segundo plano, o Instant Memory Cleaner, utiliza menos recursos que o RAMRush, de acordo com o gerenciador de tarefas do Windows. Mas sinceramente, na hora do uso o RAMRush é muito mais estável. Tiro isso pelo fato de estar usando o Winamp, e ao fazer o teste, o som fica todo recortado quando o IMC está em ação, já com o RAMRush isso não ocorre, e tudo tão suave quanto a bela interface do programa.

Quer testar? Vá em frente, os links estão a seguir:
Instant Memory Cleaner: http://www.vasileios.gr/freesoft/
RAMRush: http://www.ramrush.com/

Ouvindo :: Toad The Wet Sprocket – Walk On The Ocean (3:01)
Humor :: tenso/preocupado

SliderDock gira os ícones na tela

Cansado dos docks tradicionais? Então tente o SliderDock. É uma opção diferente para quem costuma usar barras de atalhos mas procura algo exótico. Ao invés dos tradicionais lançadores de atalhos copiados do MacOS X, o SliderDock permite organizá-los em uma interface giratória, que pode ser ativada pelo teclado através de atalhos configuráveis.

É especialmente atraente para quem vive no teclado, e não quer mover o cursor para procurar um aplicativo qualquer. Eu vivo tendo que enconstar o cursor nas laterais da tela para acessar o bbIconBox que fica oculto, mas isso não atrapalha, já que minha convivência diária com o teclado é mais no trabalho (AutoCAD, etc).

Usabilidade
Embora possa parecer, o termo dock não remete à “barra”, e sim à algo ancorado ou pendurado, os ícones neste caso. Portanto, ainda podemos encaixar o SliderDock na categoria docks. 😀

O programa é um pouco demorado na inicialização, e por padrão, ele abre apenas com um ícone central, vazio, para onde você pode arrastar os ícones de atalho. Você pode criar atalhos assim, via arrastar e soltar, e pode aumentar ou diminuir o diâmetro da elipse, além de reorganizar os atalhos arrastando-os para onde quiser. A alternância entre os atalhos é feita via teclado. Isso não quer dizer que você não pode acessar os programas via mouse, você pode, e ao passar o cursor sobre as esferas onde os ícones ficam, surge uma descrição do programa (em uma janela grande, caso ele esteja centralizado ou uma pequena legenda, abaixo do ícone).

Os atalhos de acesso via teclado são altamente customizáveis e permitem que você exiba o SliderDock em primeiro plano, caso esteja utilizando um programa qualquer em tela cheia, por exemplo. Há alguns poucos temas pré-instalados, mas são de gosto um pouco duvidoso… O seletor de temas permite diversas configurações, e como as skins são simples imagens, torna-se fácil para qualquer um que saiba usar programas gráficos criar uma skin própria. Taí uma boa oportunidade pra comunidade ser criativa!

Desse modo, é possível criar combinações de imagens de temas diversos e criar um visual distinto. Dentre outras configurações do SliderDock, você pode ajustar o tamanho dos ícones, rotação, tamanho da elipse e inicialização.

Desempenho
Atualmente não uso docks, aliás, embora eu os considere belos aplicativos, eu nunca utilizei docks com frequência, no bbLean (BlackBox) uso apenas o bbIconBox, que pode simular um dock simplificado e bem leve, mas sem efeitos. Nos testes que fiz com o SliderDock, confesso que me decepcionei com o desempenho. Ele demora para iniciar, e a interface parece fluir lenta e “porcamente” pela tela. : (

Durante os testes e mudanças de configurações ele não parece tão pesado, mas ainda sim, em uma máquina mais simples, toma recursos que não deveria para um programa com essas funções. Ao checar o gerenciador de tarefas, notei que ele engoliu mais de 50MB de memória! Um absurdo, mesmo para quem tem muita RAM. Neste caso, é uma memória perdida, já que o programa não será usado o tempo todo e poderia ser alocada para coisas mais úteis (ou divertidamente inúteis) como executar/converter arquivos multimídia, usar programas gráficos ou jogar. Imagine um usuário que usa frequentemente o “Godzilla” Firefox*, que por si só já se torna um monstro comedor de recursos depois de certo tempo de uso, especialmente quando cheio de extensões e abas abertas, e ainda quer usar o SliderDock. Ou no meu caso, que lido com certos programas pesados mais que esporadicamente, tal como editores de imagem.

Será que isso aconteceu apenas comigo? Não estou dizendo para você não usar este programa, mas sei que muitos dos leitores deste blog adoram o browser da raposa. Eu testo estes programas parcialmente, mas a sentença final fica por conta de quem acha interessante e resolve testar também no dia-dia. Pode ser que essa lentidão foi só aqui, talvez por causa do BlackBox, que às vezes deixa lento certos programas como o Blender ou Unreal. Mas sinceramente, não vou mudar de shell só pra me satisfazer com um dock!

*Esse é um dos motivos de eu dar mais crédito ao Opera, K-Meleon e Chrome. Não uso Firefox mesmo, seja numa máquina lenta ou num quad-core com 4GB de RAM.

Ficou interessado? Baixe o SliderDock aqui: http://sliderdock.wikidot.com/

Ouvindo :: Creed – Bullets (3:49)
Humor :: zen/tranquilo

EvilPlayer funciona, e pronto!

Eu gosto muito de programas minimalistas, especialmente players de áudio. O EvilPlayer é um exemplo desse tipo de software, que agrega funções básicas em uma interface pelada, que mesmo assim não deixa de ser simpática.

Ele toca arquivos MP3, MP2, MP1, OGG, AIFF, MOD (IT, XM, UMX, S3M, MTM), e parece que FLAC, WMA e mais alguns, apesar de o readme não citá-los. Também suporta streaming via Shoutcast e Icecast. Tem integração nativa com o Last.FM, o que é interessante pra quem gosta de ver as estatísticas de scrobbling no site. Teoricamente o EvilPlayer tem suporte a temas, mas não vem com nenhum! E o site, que é tão minimalista quanto o software também não tem informações ou links para isso, talvez em algum próximo release? Quem sabe, ao menos ele parece ser atualizado regularmente (a última versão é de Abril).

Acho que, por ser minimalista assim, ele casa bem com shell tais como o Blackbox, como você pode ver nos screenshots. Não seria interessante permitir mudar as fontes e cores da playlist ao menos? Pois bem, dá sim pra modificar o visual, mas é bem básico. Fuçando a pasta do programa, em Themes, há um arquivo default.ini com os dados da interface, tais como cores (em hexa, use um programa como o ColorPad para capturar as cores que você precisa), fontes e tamanhos que pode ser editado e salvo com o nome que você quiser, no submenu de escolha de temas, surgira o que você salvou.

Não tem como comparar um player desses com o Winamp ou elefantes como o iTunes, Songbird, etc. Mas é sempre útil ter um pequeno programa desses no flashdrive nosso de cada dia. Particularmente prefiro o Billy, como player mínimo, mas o EvilPlayer até que se saiu bem.

Download: http://www.hakeem.gigahost.dk/

Ouvindo :: Chevelle – Comfortable Liar (3:43)
Humor :: zen/tranquilo

Old School! Dois gerenciadores de arquivos simplificados

Depois do Winamp, o segundo programa que executo logo depois de iniciar o Windows é o gerenciador de arquivos. Sempre usei o Windows Explorer, mas ultimamente tenho pesquisado outras alternativas. De novo. Há uns anos eu já havia tentado fazer essa mudança e descobri que existem opções bastante interessantes por aí, mas eu não me acostumei com nenhuma pelo excesso de recursos inúteis pra mim, lentidão, ou falta de algumas coisas com as quais eu me acostumara no Windows Explorer.

Como eu fiquei significativamente off aqui no blog, as coisas foram acumulando, e “descobri” alguns programinhas aqui dentre os quais eu ainda não tinha testado: Cool Explorer e FileNavigator. São dois gerenciadores de arquivos no estilo mais old school. Sem árvore de diretórios, o que pode torná-los mais difíceis de usar, porém que podem combinar bem com o estilo de alguns desktops, especialmente para aqueles usuários que vivem arrastando arquivos de uma pasta pra outra. No mais típico estilo de duas colunas, tanto o Cool Explorer quanto o FileNavigator servem também como clientes FTP. Eu não substituiria o FileZilla por estes programas, mas como durante muito tempo usei o WS-FTP, posso dizer que é mais intuitivo lidar com um cliente no estilo destes gerenciadores, do que com o FileZilla.


O Cool Explorer é o mais espartano dos dois programas, portanto não há muito o que falar sobre ele, a não ser que ele funciona, e ponto. Já sobre o FileNavigator (quem lembra muito o Midnight Commander), posso dizer que é um espetáculo de nostalgia. Ele tem uma interface tosca mesmo, que não se compara ao Windows Explorer ou Finder, mas tem muitas opções internas e algumas personalizações que podem inclusive deixá-lo com um visual mais hax0r, para aqueles mais empolgados com a informática de 10 anos atrás. Abaixo um exemplo com o fundo preto e a fonte Gelly.

O FileNavigator também tem suporte interno à diversos formatos de arquivos compactados, sincronização e comparação de diretórios, edição própria de atributos de arquivos, suporte a drives de rede, listagem de arquivos em texto, e mais algumas coisas… 😀

Em resumo, tanto o FileNavigator quanto o Cool Explorer são dois gerenciadores para puristas, que fazem o que devem fazer. Uteis especialmente para quem vive virtualmente dentro de um flashdrive ou usuários de shells que procuram alternativas ao Windows Explorer não necessariamente mais complexas. Lembram-se do MuCommander? Mais reviews de gerenciadores vem por aí.

Ouvindo :: Die Ärzte – Junge (3:07)
Humor :: tenso/preocupado

Bloco de notas feito de vidro? GlassNotepad

I’m Back!

Bem, não é exatamente vidro, mas o GlassNotepad é uma alternativa muito atraente para o bloco de notas, especialmente para que usa o Windows Vista ou alguns preview do Seven. Ele usa os efeitos da interface Aero e aplica em toda a janela de edição do editor. O visual é muito bom, melhor seria ainda se fosse no prompt de comando não? Pra isso tem o GlassCMD.

No mais, o GlassNotepad é um simples substituto para o Bloco de Notas que já vem no Windows, leve, sem muitos recursos e que não ocupa muito espaço em disco.

[LifeHacker]

Ouvindo :: Slipknot – Confessions (5:04)
Humor :: tenso/preocupado

Gizmo é um conjunto de ferramentas para usuários avançados

Seja qual for seu interesse por deskmod, caso você seja um geek avançado, a suíte de utilitários Gizmo pode ter alguma utilidade. Diferente, e muito mais avançada que o InfoDesk, do qual falei em um post recente, o Gizmo une através de plugins, várias ferramentas, desde acesso a bancos de dados, sincronização de arquivos, montagem de drives virtuais (inclusive imagens ISO e VHD), editor de código, barra de ferramentas, etc.

A interface, apesar de ser bonita, não é muito intuitiva. E isso depende principalmente do que você escolher no momento da instalação. Quanto mais tralhas (plugins), pode ser pior pois, por mais power user que você seja, dificilmente usará tudo o que o Gizmo Central oferece. Para os modders, o destaque é a Gizmo Toolbar. É uma barra, que funciona em segundo plano. Vem com algumas skins de muito bom gosto e tem diversas opções de personalização, como alpha-blending, efeitos de transição, tamanhos de ícones, posicionamento, podendo inclusive servir como uma alternativa aos tradicionais docks. Como o foco deste blog é deskmod, vou dar mais atenção à Gizmo Toolbar neste post, sem desmerecer obviamente as demais ferramentas da suíte.

Logo após instalar o Gizmo, na primeira inicialização surge na systray uma discreta notificação (no mesmo estilo do gerenciador de downloads do Opera ou o Snarl). Logo ali percebe-se a preocupação com o visual do programa. Para configurar os atalhos e opções da Gizmo Toolbar, você de ir no Gizmo Manager (gerenciador de opções) ou clicar com o botão direito no ícone do Gizmo na systray e ir em Toolbar Setup. Ele abre o gerencidor na aba respectiva aba e ali você pode mexer nas muitas opções de configuração, como aparência, comportamento e posicionamento. Passando est a etapa, você pode clicar no botão New Item, na barra de botões central. É exibido um assistente, vamos às opções:

  • Launcher: permite configurar atalhos para aplicativos, documentos e páginas da web.
  • Folder Synchronizer: configura a sincronização de dois diretórios, para funcionarem com um só clique.
  • Script: opção avançada, acessa tarefas automatizadas usando a linguagem de script do Gizmo, através da barra de ferramentas.
  • Deployment agent: opção realmente avançada, permite acessar sincronização de pacotes com servidores remotos, através de atalho na Gizmo Toolbar.
  • Group: pode executar através de um único atalho, diversas ações simultaneamente.
  • Conjoined Toolbar: importa itens de uma configuração de uma Gizmo Toolbar pré-existente.
  • Registry Assistant: opção avançada que permite mudar valores de registro através da toolbar.

Pode parecer complicado, mas muitas dessas opções são apenas itens que só funcionariam em um dock comum com uso de atalhos atrelados à alguma linguagem de script, como o AutoHotkey no caso do Windows. Se você não costuma usar opções avançadas como linguagens de script, assim como eu, pode continuar com seu dock atual ou usar as opções básicas da Gizmo Toolbar. Recomendo o Launcher o sincronizador de diretórios.

O Gizmo é realmente uma ferramenta para os mais geeks ou power-users. Nem todo mundo vai ver utilidade nesse programa, mas é bom fuçar pra ver o que os utilitários dele podem fazer por você. É só escolher as opções adequadas na hora de instalar. Para testá-lo (v2.6.3), o instalei por completo, mas durante a análise me livrei de alguns plugins que não me serviriam, como o acesso à banco de dados, hash de arquivos e editor de texto (estou mais acostumado com o Notepad2 separado). Acho que para um usuário comum, as ferramentas mais úteis são, obviamente a Gizmo Toolbar, o editor de textos (com destaque de sintaxe e suporte à diversas linguagens) e especialmente o Gizmo Drive, que permite ao usuário acessar imagens ISO, VHD, além de criar suas próprias imagens de disco. Especialmente útil se você quer conferir os wallpapers de algum liveCD mas não quer se dar ao trabalho de dar o boot só para copiar os arquivos.

Se você pretende desbravar mais opções da toolbar, pode checar os exemplos no site do desenvolvedor. O arquivo de ajuda que vem com o Gizmo também tem muitas informações, especialmente úteis pra entender melhor a linguagem de script do programa.

Ouvindo :: Swervedriver – Never Lose That Feeling/Never Learn (11:49)
Humor :: apático/indiferente